Banquetes

bw08

Aos egos a luz

lhe erguem o prédio de ar

ou alguma cruz

que um dia irá cegar.

Doce concreto poema

lar dos bêbados errantes

bichos de emblema

das ordens delirantes.

Livro me livra, devora-me

de um gole só na foice

de um golpe só afoite-me

Eva em Dante com Joyce.

A erva rumina, ilumina

alucina, ao sonho assassina

o ativo não está na lei, na sina

reativo que o homem assina.

—-

Diga sim, balance a cabeça

sirva como uma prata

viva conforme o que meça

da vaca o boi trata.

—–

Deixo nesses versos

o cheiro da bosta no campo

arquivo ainda ao universo

o de Brasília eu tampo.

– Iatamyra Rocha

“E o Brasil na Sofrência, mostrando sua cara.”

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