Fronteiras

Minhas fronteiras queimaram

Derreteram as estatuas de barro

Meu castelo medieval ruiu

E a velha poesia partiu

Agora livre e solta

Minha poesia escarra verbos

Assenta pregos

Refaz o ego

Atormentado pelas correntes

Austeras e incoerentes

De amor no passado e presente

Minha canção é surda

Minha razão é muda

Meus declames gritam

Em ecos dentro de mim

Como refazendo o tempo

Em suaves ir e vir.

®IatamyraRocha

Anúncios

Obrigada pela visita e palavras.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s