Rosa negra

Sou turbilhão no vento

Perco-me em minhas miudezas

No passo, só minhas certezas

Que sopro do vento

Corta ao fio da navalha.

 

Sou o trejeito torpe

Que me transpassa a ferro

No limiar do inferno

Cuspindo sangue medíocre

Enlameado e nobre.

 

Sou o eco do mundo

Que ao sair das entranhas

Escava na pele pulsante

Um rio de amor profundo.

[Iatamyra]

Anúncios

Obrigada pela visita e palavras.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s